DONALD TRUMP MANTÉM LULA NO FREEZER
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ainda não reconheceu a legitimidade do resultado das urnas eletrônicas do segundo turno das eleições brasileiras que apontaram o presidente Luís Inácio Lula da Silva reeleito no último 25/10/2026. Seu silêncio e declarações esporádicas – sugerindo suspeitas de irregularidades – engessam o Itamaraty, isolando o governo, que se sente desconfortável diante da comunidade internacional. O temor é uma surpresa desagradável, como a divulgação de “dossiês” elaborados pela CIA, Mossad e principalmente a NASA, que cuida da segurança cibernética dos Estados Unidos, com uso de tecnologia (espionagem) ainda não conhecida pelas demais potências militares do planeta. Será que vão botar água no Chope de Lula e do PT?
O culpado de todo este imbróglio é o próprio Lula. Retroagindo no tempo – há dois anos – Lula em 2024 fez campanha aberta contra Donald Trump, acusando-o de fascista e nazista. Ao se eleger, Trump não recebeu ligação de Lula reconhecendo sua vitória. Para sua posse, quis humilhá-lo. Além de não se fazer presente, nem sequer enviar o Ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, como representante do Brasil, escalou para a tarefa sua embaixadora em Washington.
Entretanto, para a posse do presidente do Irã – a mais ferrenha ditadura do mundo – enviou o vice-presidente Geraldo Alckmin, que na primeira fila estava sentado ao lado dos maiores terroristas do planeta, como os comandantes do Hezbollah, Hamas, Chefe da Guarda Revolucionária, Comandante do Exército, e em frente ao líder religioso Xiita Aiatolá Ali khamenei. Todos eliminados pelos Estados Unidos e Israel. A insensibilidade de Lula é tão absurda, que ignorou completamente o perfil, personalidade e formação do seu vice. Geraldo Alckmin é um católico, apostólico romano, membro do seleto grupo tradicional da Igreja, denominado “Opus Dei”. Porém, o que deixa todos perplexos é o servilismo de Alckmin. Sua vida estava em risco. Os Xiitas elegeram como maiores inimigos seculares os judeus/cristãos ou cristãos/judeus.
O tratamento dispensado ao presidente da Argentina, Javier Millei, foi bem pior. Enviou “marqueteiros” para a campanha de Alberto Fernandez, presidente candidato à reeleição, e autorizou o BNDES emprestar dinheiro na reta final da corrida eleitoral.
Após a derrota de Fernandez e a vitória de Milei, Lula, que nunca o telefonou reconhecendo sua vitória, meses depois participou de um encontro do MERCOSUL em Buenos Aires. Aproveitou o ensejo e fez uma visita a velha companheira do Fórum de São Paulo, ex-presidente Cristina Kirchner, em prisão domiciliar, condenada por corrupção. Ao seu lado posou para uma foto, divulgada por toda a mídia, postada nas redes sociais, segurando um cartaz “Cristina livre”. Um desrespeito e agressão abominável ao seu anfitrião. Na convenção do PL, Milei veio ao Brasil e solicitou autorização para visitar Jair Bolsonaro. Recebeu um “não” sem o menor constrangimento do Itamaraty. Diálogo encerrado.
A velha mídia – hoje totalmente militante – que pelo visto está prestes a abandonar a caneta e pegar em armas para manter as esquerdas a qualquer custo no poder, está vibrando com as eleições “Midterm” (meio do mandato presidencial) dos Estados Unidos, onde os Democratas elegeram a maioria para a Câmara dos Representantes, e até o momento, o Senado. As apurações continuam. No distante e gélido Estado do Alasca, onde votaram cerca de 300 mil eleitores, a apuração ainda pode levar duas semanas. O candidato Democrata está à frente do Republicano, com uma maioria de 60 votos. No Mississípi o candidato Democrata mantém uma dianteira de 1.138. Os votos são no papel, contados e recontados um a um.
Os temas que envolvem e motivam candidatos e eleitores a participarem das eleições “Midterm”, são locais, estaduais e regionais. Não servem como parâmetro para as eleições presidenciais. Renovação de 1/3 do Senado; candidatos independentes são eleitos neste mesmo pleito, onde também se disputam eleições e reeleições em 35 Estados. Ronald Reagan perdeu em 1986, Bill Clinton em 1994; George W. Bush em 2006 e Barack Obama em 2014. Reagan elegeu seu sucessor George Bush (pai). O Partido Democrata não tem (hoje) uma liderança reconhecida nacionalmente e com capacidade de unir conservadores, progressistas e socialistas. Podemos até compará-las às nossas eleições municipais. Em 2022, O PSD elegeu 891 prefeitos, seguido pelo MDB com 864; PP 746; União Brasil 578; PL 517; PSB 312; PSDB 269; na lanterna o PT com 248. Todavia, só o PL e PT dispunham de nomes com musculatura para enfrentar a maratona 2026.
A pergunta que não cala: por que o Itamaraty – por ordens de Lula – não concedeu visto de entrada no Brasil a dois burocratas do Departamento de Estado, para visitar o TSE, a central de apuração e verificar as urnas eletrônicas? Lula além de não recebê-los, não convidou os Estados Unidos e Israel como observadores internacionais. Em discurso, um recado. “Trump que não se meta nas eleições do Brasil”. Trouxe a OEA, chefiada por seu amigo, chileno esquerdista José Miguel Insulza, que fez campanha nas Cortes Internacionais para tirá-lo da cadeia, na época, defendendo-o como “preso político”. Em 2019, no Brasil, comemorou a saída de Lula da cadeia.











