Coutinho avisa que não aceita ministério em Brasília porque seu foco será mudar a distribuição das emendas financeiras ao Orçamento da União
Nada de ministério, nem presidência de estatal. Eleito com votação consagradora para quem passou por um Calvário, o deputado federal Ricardo Coutinho (PT) vem dando mostras de que fará a diferença na bancada da Paraíba na Câmara Federal e já está avisando a quem interessar possa que, quando fevereiro chegar, seu mandato vai implantar o “Emenda Democrática”, ou seja resumidamente: suas emendas parlamentares impositivas vão, efetiva e verdadeiramente, ouvir o povo.
Para executar tal projeto, ele se baseará nos seguintes pontos:
01 – POR EDITAL: publicará editais a partir de fevereiro (quando ele toma posse) para que organizações da sociedade civil apresentem projetos técnicos e sociais;
02 – AVALIAÇ~~AO COLÇEYTIOVA: as propostas de financiamento para o campo ou cidade serão avaliadas por um colegiado de entidades estaduais, e as aprovadas virarão emendas impositivas;
03 – PRESSÃO POPULAR: ao adotar esse formato participativo, ele afirma o desejo de gerar um debate público e fazer com que a população questione por que os demais deputados e senadores não abrem mão do controle individual dessas verbas para adotar o mesmo critério de transparência.
E assim, quando fevereiro chegar, a pergunta que os paraibanos devem fazer é se os outros 11 deputados eleitos ou reeleitos farão o mesmo.
Serão transparentes na destinação dos valores de suas emendas? Com a palavra Cabo Gilberto (PL), Aguinaldo Ribeiro (PP), Murilo Galdino (Republicanos),
Hugo Motta (Republicanos), Wilson Santiago (Republicanos), Ruy Carneiro (Podemos), Gervásio Maia (PCdoB), Wellington Roberto (PSD), Dr. Damião (União), George Morais (PL) e Pollyanna Werton (PP).
Mas uma coisa já fica certa: Coutinho tomará posse fazendo uma revolução nos costumes legislativos de nossa representação!

Fonte: Da Redação











