AS URNAS ELETRÔNICAS NÃO CONVENCERAM OS MAIS CÉTICOS
Mais de uma dezena de institutos de pesquisas, usando seus mais diversos métodos estatísticos, foi a campo no primeiro turno das eleições (2026) à procura de identificar a intenção de voto do eleitor. Infelizmente, para desinformação da população, a grande mídia só divulgou os números da Genial Quaest e Datafolha. Em seguida, formavam-se rodas de “comentaristas”, que sem o menor pudor ou respeito a audiência, não questionavam os números, nem suas variáveis. Esquivavam-se de comentar o crescimento do candidato do PL, Flávio Bolsonaro, mostraram Lula por três meses estagnado e empatado no quesito de “rejeição” com seu principal adversário.
A reeleição é um processo plebiscitário. Se o governo está bem, correspondendo às expectativas dos que o elegeram, sua aprovação supera a rejeição. Entretanto, Lula apresentava uma rejeição acima 49%, e sem explicação uma aprovação de 45% (?). Paradoxalmente quem o rejeitava o aprovava e votaria nele? Alguém consegue enxergar um mínimo de lógica neste malabarismo? Um tipo de manipulação grosseira, empurrada goela abaixo na população, que continua tendo o seu bom senso ignorado, considerado como idiota ou massa de manobra.
Abaixo de Lula, nas intenções de votos para primeiro turno, o único que não parou de crescer foi Flávio Bolsonaro. Porém, “fixado” cinco pontos percentuais atrás de Lula até na última pesquisa do Datafolha, divulgada no dia da eleição. Por que projetavam quadro de um provável segundo turno, com candidatos abaixo de dois dígitos? A intenção era desqualificar o postulante do PL, nivelando-o por baixo. Acima de 2% todos apareciam empatados tecnicamente com Lula no segundo turno. O propósito era desidratar os índices de Flávio, iludir o eleitor e evitar o voto útil.
O fantasma da urna eletrônica permanece amedrontando a lisura do pleito. Os Institutos Gerp e Veritá foram os únicos a cravarem com êxito o resultado do pleito. A grande mídia os boicotou e nunca divulgou suas amostragens. Por outro lado, o silêncio do Paraná Pesquisa – que pesquisou a disputa pelos governos de vários Estados, não realizou uma pesquisa presidencial.
Chegamos a conclusão que só não ocorreu mais uma fraude em função das Casas de Apostas Internacionais. O Polymarket no mês de maio mostrou Lula com 63% de chances. Em seguida, uma queda ininterrupta e ultrapassagem de Flávio Bolsonaro. Misteriosamente, o TSE proibiu a divulgação da evolução das apostas. Censura? Tarde demais, a internet fez sua parte.
O GERP e o Veritá, em suas últimas pesquisas, cravaram 44% Lula, 46% Flávio; e 45% Lula, 47% Flávio. Acertaram na margem de 2%. Apesar de terem ganho 400 bilhões, as Casas de Apostas esperavam lucrar mais, já que previam vitória de Flávio em primeiro turno. Dispunham de “tracking” sofisticados, realizados com base nas redes sociais, e auxílio da IA.
Neste caso, onde erraram? Nas misteriosas urnas eletrônicas. Com 64% das urnas apuradas, Flávio com 50,6%, o “fantasma” de 2014 voltou para perturbar o ambiente (Sala Cofre) do TSE. Uma paralisação de uma hora, na atualização dos dados, só para presidente. Governadores continuaram no mesmo ritmo. O TSE tentou explicar, mas não convenceu. O resultado da interrupção foram 2.300.798 votos brancos e 3.674.249 votos nulos. Praticamente 6,0 milhões de votos que elegeriam Flávio com mais de 3,0 milhões de sufrágios no primeiro turno.
Ninguém nos convence que alguém saia de casa, enfrente filas, para votar em branco. Bastava se abster e pagar uma multa de R$ 3,75. E qual a razão de deixar seu conforto, ir até uma urna, para anular um voto? Quanto aos votos anulados, como a população tem acesso para constatar critérios adotados? Foi um ato deliberado do eleitor, ou uma ação fantasma diretamente na urna?











