Quem Somos

A PALAVRA – Jornalismo com paixão e um só norte: Campina Grande

O portal APALAVRAONLINE é a versão eletrônica do jornal impresso A PALAVRA, cuja primeira edição circulou no dia 15 de dezembro de 1989. Com sede em Campina Grande, atua portanto há mais de três décadas e faz um jornalismo independente e imparcial, essencialmente investigativo. A empresa foi fundada por José Marcos Marinho Falcão e Atalmir Araújo Guimarães (MICA), de saudosa memória.

Endereço: Rua Maria Ribeiro Machado, 230 – Dinamérica
58432-355 – CAMPINA GRANDE/PB
FONE: (083) 2148.4715 - CNPJ: 38.260.700/0001-98


Diretor Geral: Marcos Marinho Falcão
Editor-Chefe: José Marcos Marinho Falcão (DRT 129-PB)
Redação: Bruno da Silva Marinho, Valberto José, Petra Fernanda
Comercial: Virgília Campos Marinho



RIQUEZA EM ABUNDÂNCIA...

A PALAVRA faz jornalismo com paixão. Desde os primórdios - e lá se vão mais de três décadas - o amor que nutre e dá norte ao seu trabalho é um só: Campina Grande.

A história d’A PALAVRA, começando na sua versão impressa, é realmente apaixonante. Forjada pelo profissionalismo da equipe, jamais baixou a guarda quando golpes se arquitetaram, traições se afirmaram, e nem quando afiadas lâminas de despudoradas guilhotinas foram elevadas para cortar suas verdades.

Poderia hoje ser um império de comunicação na Serra da Borborema. Poderia muito mais: ter dado à sua diretoria, ou mesmo aos seus colaboradores, bastante poder material - riqueza em abundância!

Mas, A PALAVRA optou pelo seguro caminho do dever cumprido. Pela missão sacerdótica de defender o amado chão. E por essas trilhas, já se sabe, o dinheiro é curto.

Não se ajoelhou A PALAVRA, a não ser em orações aos céus, em nenhum outro instante da sua existência. Chegou a cair várias vezes, tal qual Cristo no rumo do calvário, mas sempre se ergueu. Fechou suas portas em alguns momentos de intensas nebulosidades, mas as abriu tão logo brisas de paz sopraram nos céus da Rainha da Borborema.

Por isso, quem nela continua e quem por ela passou, só orgulho pode carregar.

Salários, para os seus trabalhadores, foram mais valorosos e perenes os ditos “morais”. Esses em que cédulas torpes e vis não são contadas e nem depositadas nas contas-correntes de cada um. Salários que a inflação não come, que a avareza não destrói, que a ganância não sepulta...

Aprofundar a história d’A PALAVRA, e contar os vários exemplos da íngreme caminhada, é mergulhar em febris situações. É apreciar as calosidades das mãos de todos quantos se dispuseram até aqui em levantar a sua bandeira varonil. Mas isso se faz desnecessário... A iluminada história d’A PALAVRA é parte intangível e inapagável dos anais de Campina Grande e da Paraíba.

Graças ao arrojo dos que fazem APALAVRA, e sobretudo à força divina que injeta ânimo no coração de todos, é admiravelmente sublime registrar que a cada hora, de cada dia, mais SALÁRIO MORAL se credita nas contas dos seus artífices, enriquecendo-nos de valores perpétuos.

Os cofres d’A PALAVRA sempre estão abarrotados. Cédulas e mais cédulas; moedas e mais moedas... Tantos milhões que não há calculadora no mundo capaz de apontar o resultado da soma.

Somos RICOS.

E, agradecidos ao Criador, é dever d’A PALAVRA publicitar também o seu melhor agradecimento a quem na Terra deu-lhe esta chance maravilhosa e abençoada: o leitor!

É, pois, imperioso estender votos de vida longa a todos os que trabalham n’A PALAVRA. E àqueles tantos que hoje povoam outras redações Brasil afora.

E sem esquecer jamais todos os que alçaram voo à Casa Celestial:

- Francisco Jozenilton Veloso (Shaolin);
- Atalmir Araújo Guimarães (MICA);
- Ana Luíza Rodrigues;
- Humberto de Campos;
- Josildo Albuquerque;
- Sevy Nunes;
- Maria Rita;
- Hermano José;
- Clodoaldo Melo;
- Eudes Vilar
- Hugo Ramos

Mais Lidas