Sábado, 10 de outubro de 2026 Campina Grande · PB
100%
A Palavra OnlineA Palavra Online
Últimas
Feriadão de Nossa Senhora Aparecida e Dia das Crianças deve ter tempo quente e temperaturas de até 38°C na Paraíba; veja previsãoBotafogo-PB se despede de mais uma temporada com frustração na luta pelo acesso à Série BSeduc encerra vivência circense com participação de 1.450 estudantes em Campina GrandeDeputado da Educação – Lei de Wilson Filho cria Estatuto do Estudante-Paciente Oncológico na ParaíbaCMCG atende recomendação do TCE e aprova projeto para regularização de cargos efetivosTCE-PB participa de projeto-piloto da Atricon para aperfeiçoar avaliação dos Tribunais de ContasOperação Queimadas: Corpo de Bombeiros mobiliza força-tarefa para combater incêndio florestal na serra de LagoaPrefeitura de Campina Grande, por meio do Ronda da Mulher, já registrou mais de 1.300 atendimentos às mulheresPP Food Festival especial do aniversário de Campina Grande começa nesta sexta (9), com entrada gratuita e música ao vivoOutubro Rosa: Saúde amplia ações de prevenção, diagnóstico e cuidado às mulheres na ParaíbaSaúde intensifica ações de vacinação no estado e promove Dia D com foco no sarampo e meningiteLucas Ribeiro entrega apartamentos e assegura moradia digna a famílias de PatosFeriadão de Nossa Senhora Aparecida e Dia das Crianças deve ter tempo quente e temperaturas de até 38°C na Paraíba; veja previsãoBotafogo-PB se despede de mais uma temporada com frustração na luta pelo acesso à Série BSeduc encerra vivência circense com participação de 1.450 estudantes em Campina GrandeDeputado da Educação – Lei de Wilson Filho cria Estatuto do Estudante-Paciente Oncológico na ParaíbaCMCG atende recomendação do TCE e aprova projeto para regularização de cargos efetivosTCE-PB participa de projeto-piloto da Atricon para aperfeiçoar avaliação dos Tribunais de ContasOperação Queimadas: Corpo de Bombeiros mobiliza força-tarefa para combater incêndio florestal na serra de LagoaPrefeitura de Campina Grande, por meio do Ronda da Mulher, já registrou mais de 1.300 atendimentos às mulheresPP Food Festival especial do aniversário de Campina Grande começa nesta sexta (9), com entrada gratuita e música ao vivoOutubro Rosa: Saúde amplia ações de prevenção, diagnóstico e cuidado às mulheres na ParaíbaSaúde intensifica ações de vacinação no estado e promove Dia D com foco no sarampo e meningiteLucas Ribeiro entrega apartamentos e assegura moradia digna a famílias de Patos
Uncategorized

VEXAME NO ESVAZIADO ENCONTRO DO BRICS

100%

O desacerto recorrente do antiamericanismo protagonizado (politicamente) pelo conselheiro do presidente Lula, Celso Amorim, para quem o tempo não passou e ainda vivemos em plena guerra fria onde a extinta União Soviética era uma superpotência comunista que desmoronou com a queda do muro de Berlim, tem levado Lula e o Brasil a tumultuar a diplomacia internacional. O Brasil passa vexames, tropeça e comete equívocos inoportunos, levando-nos a perder uma posição centenária de equilíbrio e respeito nas relações internacionais. A velha e boa diplomacia brasileira – antes do globalismo ideológico – foi responsável pelo ingresso da China na Organização Mundial do Comércio (OMC) em 2001, após ser barrado por onze anos. Seu ingresso suspendeu todas as restrições a seus produtos, na Europa e Estados Unidos, mesmo com protestos da Alemanha, França e Reino Unido.

Os chineses não respeitam a propriedade intelectual, se recusam a pagar royaltys e ignoram patentes. Copiam tudo e de todos. Baratearam produtos e achataram salários nos países desenvolvidos, fechando grandes plantas fabris, instaladas no bloco do G-7. Porém, o avanço da China – atualmente principal parceiro comercial de 127 países – ocorreu quando o brasileiro Roberto Azevêdo foi eleito Presidente da OMC em 2013. Foi o único a ser reconduzido por aclamação, para um segundo mandato. Ficou à frente do órgão até 2020, renunciando no último ano de sua gestão após o esvaziamento da instituição, iniciada no governo Donald Trump (2017) e mantida por Joe Biden. Roberto Azevedo promoveu o “Encontro de Fortaleza” em 2014, ocasião que fundaram o NBD, Novo Banco de Desenvolvimento (dentro do BRICS), para competir com o FMI. Os chineses começaram a Investir em países da África Subsaariana, Sudeste Asiático, Extremo Oriente e Oriente Médio.

A Chinas tornou-se a segunda maior economia do planeta.

Lula confundiu um incipiente bloco de negócios com uma plataforma globalista de esquerda e antiamericana. Não atentou para as abissais divergências de costumes, religião e cultura entre as nações que se fizeram presentes ao último encontro, ou cúpula. Dos onze países reunidos, apenas dois têm um regime de governo democrático: Brasil e Índia. Os demais são autocracias e tem até uma Teocracia (Irã). Os dois principais líderes do bloco original, China e Rússia (Vladimir Putin e Xi-Jinping), enviaram representantes. Putin é condenado pelo Tribunal Penal Internacional por crime contra a humanidade. Temeu ser preso. Xi-Jinping, sabendo que seria usado, e evitando aprofundar a crise com os Estados Unidos, esquivou-se. Lula em seu discurso afirmou que a “desdolarização é um caminho sem volta”. Pregou pagamentos em moedas próprias (?). Criticou as tarifas de Donald Trump, ameaçando-o de retaliação. Enlouqueceu?

No final deste encontro dos sócios do BRICS no Rio de Janeiro – talvez tenha sido o último – encerrado ontem (07/07/2025), foi produzido um documento com 130 páginas, que não liga nada a coisa nenhuma. Um adágio milenar determinante profetizava: “todos os caminhos levam a Roma”, centro do mundo por mais de 1.500 anos. O BRICS é um Banco de investimentos criado em 2001, por Jim O’Neil, então economista chefe de projetos da Goldman Sachs, um dos maiores bancos de investimentos do planeta, fundado em 1869, pertencente a uma família judaica Ashkenazi.

“Building Better Global Economic BRICs”. Seu principal objetivo era se tornar uma opção ou alternativa ao FMI e ao Banco Mundial, oferecendo assistência e análises econômico-financeiras, empresariais, acadêmicas e de comunicação aos países em desenvolvimento.
Quando foi que a Goldman Sachs deixou de ser a “eminência parda” do BRICS? Tudo termina em dólares, e nos Estados Unidos, a nova Roma, desde o final da II Guerra Mundial. Brasil, Rússia; Índia; China; África do Sul; Egito; Emirados Árabes Unidos; Etiópia; Irã e Indonésia. Um verdadeiro “saco de gatos”. Juntarem-se ateus, hindus; xiitas, sunitas; cristão romanos e ortodoxos, para formarem uma nova ordem política/econômica universal? É algo totalmente impossível. A Argentina, que no governo anterior andou procurando uma vaga, após Javier Milei assumir a presidência desistiu. O mesmo fez a Arábia Saudita, com a adesão do Irã. Existe uma lista com 14 novos candidatos, dentre os quais Cuba, Venezuela, Uganda… Todos na busca de investimentos em “dólares” da China. Não aceitam o Yuan, ou o Renminbi (moedas chinesas).

Redação A Palavra

Equipe de jornalismo do A Palavra Online.

Deixe seu comentário