PL confirma Emir Candeia na suplência de Marcelo Queiroga ao Senado

Publicado em 13 de agosto de 2026

Conforme APALAVRA já previra ano passado (21.10.25), o professor aposentado da Universidade Federal de Campina Grande (UFPB), Emir Candeia Gurjão, que é empresário e ex-secretário de Ciência e Tecnologia de Campina Grande, cargo que exerceu na primeira gestão de Veneziano Vital do Rego, aceitou integrar a chapa ao Senado do ex-ministro Marcelo Queiroga, “costura” política tecida em João Pessoa por próceres do PL, que o contactaram para aceitar a missão à cota do capital político-geográfico de Campina Grande, considerado imprescindível para o sucesso da caminhada de Queiroga rumo ao Senado Federal.

O anúncio oficial do nome de Emir deverá ser feito nas próximas horas, em João Pessoa, em solenidade que o PL está organizando com a presença de próceres nacionais da legenda, dentre as quais possivelmente a ex-Primeira Dama Michelle Bolsonaro e o candidato à Presidência da Repoública, Flávio Bolsonaro.

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DEFENSOR DA DIREITA

Pós graduado em Engenharia Nuclear, Emir Candeia é intransigente defensor das causas da Direita. Ele diz, por exemplo, que a esquerda não entrega progresso e prefere políticas de curto prazo que criam dependência, em vez de abrir oportunidades para que o cidadão avance por mérito e esforço próprio.

Já a direita, na sua visão, defende um projeto claro de desenvolvimento nacional, sob a lógica simples de ampliar o bolo da economia para que cada brasileiro receba uma fatia maior. “Isso significa estimular o crescimento produtivo, gerar empregos, aumentar a renda e criar um ambiente em que a família possa prosperar com dignidade e viver em paz. Em vez de distribuir esmolas para manter o povo dependente, busca oferecer condições reais para que cada cidadão tenha independência e futuro”, conclui.

Em recente artigo n’APALAVRA ONLINE, Emir Candeia avaliou que “o Brasil vive um contraste nítido entre dois projetos de País. De um lado, a esquerda que hoje governa e cuja prioridade é manter-se no poder, distribuindo migalhas como se fossem conquistas históricas e cultivando uma retórica emocional que tenta convencer o povo de que é sua defensora natural. De outro lado, a direita surge com a proposta de um Brasil que cresce pelo trabalho, pela ordem e pela família, oferecendo uma visão de futuro baseada no desenvolvimento econômico e na geração de riquezas”.

Emir entende que “o Brasil precisa escolher qual caminho seguir. Continuar preso a um governo que vive de discursos e mantém o povo em dependência, ou apostar em uma visão que promove trabalho, ordem, progresso e prosperidade real. A esquerda já mostrou que sua prioridade é o poder; a direita demonstra que sua prioridade é o Brasil. A verdade é simples: a esquerda fala para as elites acadêmicas e para os militantes, não para a população que trabalha e pega ônibus lotado. É um governo que protege o sistema, mas não protege o cidadão comum.”

A sua visão é de que “a direita fala a língua do povo. Denuncia a corrupção, cobra segurança, defende a liberdade de expressão e bate de frente com privilégios de Brasília. Pode até incomodar com a forma, mas conquista pela sinceridade. Não há ensaio: há convicção. A esquerda se perde em promessas vagas e discursos ideológicos, a direita oferece clareza e coragem. Por isso cresce. O brasileiro comum não quer teorias: quer solução. Quer rua segura, escola que funcione e salário que chegue até o fim do mês”.

Fonte: Da Redação