
Júnior Gurgel
Jornalista político, memorialista e Ghost writer. Ex- diretor de Jornais e Emissoras de Rádio na Paraíba, com atuações no Radiojornalismo.
MÉTODO COELHO: PESQUISAS E ESTUDOS DE PEDRO CÉZAR ASSEGURAM VITÓRIA DE FLÁVIO BOLSONARO NO SEGUNDO TURNO
Publicado em 1 de janeiro de 2026O professor Pedro Cezar Coelho, CEO da 6-Sigma – um dos mais respeitados Instituto de pesquisas do país – postou um vídeo nas redes sociais no último dia do ano de 2025 apontando o senador Flávio Bolsonaro como o candidato favorito para vencer o pleito presidencial deste ano de 2026. O “Método Coelho”, desenvolvido pelo Estatístico e Matemático Pedro Cezar, se enraíza num estudo profundo, cruzando dados das mais diversas amostragens realizadas por outras empresas, e mergulhando em projeções na “zona escura” da população, alcançando movimentos silenciosos, das mais diversas faixas da população, e suas probabilidades de se converterem em tendências.
No final de 2017 Pedro Cézar postou um vídeo desafiador, narrando de forma pedagógica a trajetória ascendente e vitória de Jair Bolsonaro em 2018. Nenhum outro instituto de pesquisa havia sequer inserido seu nome como candidato. Bolsonaro, viajando pelo País, sendo recebido festivamente em todas as regiões, não tinha sequer um partido para o acolher como candidato. O povo o queria, o Congresso não. Disputou a eleição para presidência da Câmara dos Deputados contra Rodrigo Maia, e teve apenas o seu voto. Eduardo Bolsonaro, seu filho, votou em Rodrigo Maia. Lula ainda estava solto, em plena campanha, e seus adversários diretos eram Geraldo Alckmin, governador de São Paulo pela quarta vez; Ciro Gomes; Álvaro Dias – esperança da direita – Henrique Meirelles; Guilherme Boulos – extrema esquerda (PSOL) e Cabo Daciolo.
A prisão de Lula ocorreu no dia 07/04/2018, três meses antes das convenções partidárias. Este evento não estava nas previsões de Pedro Cézar, que nunca foi cartomante, nem usa bola de cristal. Ele previu Bolsonaro derrotando Lula, PT & Cia. Enxergando um fenômeno atípico – rompimento radical da sociedade – com o “sistema”. Até Henrique Meirelles, apoiado pelo presidente Michel Temer – preferido da “Faria Lima” (banqueiros) – gastando na época 40 milhões de reais só em mídias digitais, não conseguiu alcançar o Cabo Daciolo. Foi usando sua lanterna matemática/estatística que Pedro Cezar enxergou a “zona escura”. Movimento insurreto da população, decepcionada com a classe política. Quem imaginaria Eunício Oliveira, presidente do Senado, ser derrotado por Eduardo Girão no Ceará? Fernando Pimentel perder para o desconhecido mineiro (com fala matuta) Romeu Zema? E Dilma Rousseff, ex-presidente, que se vitimava de um golpe, ser engolida por Rodrigo Pacheco? No Rio de Janeiro, Wilson Wetzel, com 6%, chegar ao segundo turno e derrotar Eduardo Paes? O efeito Bolsonaro derrotou Eduardo Suplicy e elegeu o desconhecido astronauta Marcos Pontes.
O PSL, que tinha apenas dois deputados federais, cedeu a legenda para Jair Bolsonaro. Arrancou das cadeiras cinquenta veteranos com assentos permanentes na Câmara, e em seu lugar sentaram-se figuras que conheciam o Congresso só pelas imagens da TV, ou fotos nos portais de notícias. Pelo visto, algo semelhante está para acontecer, segundo estudos de Pedro Cezar. A história sempre se repete, em forma de espiral. No dia 04 de outubro, as urnas nos mostrarão eleitos, derrotados, e figuras totalmente desconhecidas assumindo seus lugares. As milionárias “emendas” poderão ter um efeito reverso. O dinheiro está indo para o prefeito. E o povo? Quer ser sócio dos tesouros municipais. Deputados estaduais e federais com mandatos terão que partir para “recompra”, sob pena dos votos não aparecerem nas urnas.
O presidente Lula, candidato que nunca desceu do palanque, alcança na avaliação geral de sua gestão índices que oscilam entre 28% e 33%. Flávio Bolsonaro, dez dias após o lançamento de sua candidatura, empatou tecnicamente com o Palácio do Planalto, pesquisa realizada pelo Instituto Paraná Pesquisas. Segundo Pedro Cézar, Flávio Bolsonaro (hoje) vence Lula com uma maioria de 5 milhões de votos, no segundo turno. Enigmaticamente deixa uma pergunta: vencerá, mas, levará? O voto não será no papel e o “sistema” permanece inauditável, mesmo com o uso da IA (Inteligência Artificial). Aviso aos navegantes: no ano de 2026, o mar estará revolto.
Confira abaixo, vídeo explanação didática do professor Pedro Cézar
Flávio Bolsonaro presidente em 2026 – Mas leva? – YouTube
Fonte; Da Redação
