EXCLUSIVO – Efraim Filho: o foguete paraibano preparado para voar mais alto

Publicado em 24 de abril de 2026

Há homens públicos que caminham apenas pelo chão conhecido da política. Repetem fórmulas, seguem mapas velhos, aceitam o limite da paisagem. Outros, porém, olham para cima. Não por vaidade, mas por inquietação. São aqueles que acreditam que a Paraíba pode mais, que a política não deve ser apenas administração do possível, mas construção do futuro.

É nessa moldura que se pode compreender a trajetória de Efraim Filho.

Inspirado na bela imagem lembrada por Benedito Antonio Luciano, no artigo “Vê mais longe a gaivota que voa mais alto”, Efraim parece representar essa ideia de quem não se contenta com o voo baixo. A gaivota que sobe mais alto enxerga além da espuma das ondas; o foguete que rompe a gravidade vê a terra inteira de outro ângulo. A política também é assim: quem se limita ao pequeno cálculo enxerga apenas a próxima curva; quem sobe de patamar consegue ver a estrada inteira. O artigo de Benedito foi publicado no Paraíba Online em 22 de abril de 2026, tomando “Fernão Capelo Gaivota” como símbolo de liberdade, aprendizado, coragem e busca da excelência.

Efraim Filho procurou seu próprio voo. Saiu da condição de herdeiro político para a condição de protagonista. Chegou cedo ao Senado e passou a ocupar espaço nacional. Em 2025, foi apontado pelo Ranking dos Políticos como o melhor senador do Brasil, segundo registros divulgados pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal e por veículos nacionais.

A imagem do foguete cabe bem aqui. O foguete não sobe por acaso. Antes do lançamento, há cálculo, combustível, estrutura, direção e coragem. Ele precisa vencer a gravidade. Na política paraibana, a gravidade é feita de velhos hábitos, grupos consolidados, alianças tradicionais e descrença popular. Subir exige força. Permanecer subindo exige ainda mais.

Mas a força de uma candidatura não se mede apenas por Brasília. Mede-se também pelo chão. Efraim parece compreender isso quando se apresenta com roupas simples, claras, em contato direto com a população. No sertão, sua imagem pode se misturar ao sol de Patos, Pombal, Sousa, Cajazeiras e das cidades vizinhas. No litoral, pode dialogar com o mar de João Pessoa e das praias paraibanas. No Brejo e no Cariri, pode encontrar a brisa de Campina Grande, Areia, Bananeiras e tantas comunidades que formam a alma plural da Paraíba.

A Paraíba não é uma só paisagem. É sol, pedra, mar, serra, comércio, agricultura, universidade, indústria, serviço público, feira livre e juventude querendo futuro. Um governador precisa compreender esse mosaico. Precisa falar com o empresário e com o agricultor, com o jovem estudante e com o trabalhador simples, com o litoral urbano e com o sertão profundo.

A mão espalmada de Efraim, apontando para o alto, pode ser lida como gesto de convocação. Não é apenas um aceno. É uma seta. É como se dissesse: o lugar da Paraíba não é no atraso, nem na resignação, nem na repetição de modelos cansados. A Paraíba pode subir.

Se Benedito falou da gaivota que vê mais longe porque voa mais alto, Efraim Filho pode ser descrito, por seus apoiadores, como o foguete que se prepara para romper a atmosfera estreita da política comum. A gaivota simboliza liberdade; o foguete simboliza potência, direção e superação da gravidade.

Toda odisseia começa com uma decisão. A de Efraim Filho parece ser esta: não aceitar o voo baixo como destino. Seu hino político poderia ser resumido em três verbos: lutar, persistir e vencer.

Porque, na política como na vida, há quem apenas observe o céu. E há quem se prepare para subir.

Efraim Filho quer se apresentar à Paraíba como esse foguete: preparado, abastecido e determinado a alcançar o voo mais alto — o Governo do Estado.

Fonte: Da Redação (Por Emir Candeia)