Júnior Gurgel

Jornalista político, memorialista e Ghost writer. Ex- diretor de Jornais e Emissoras de Rádio na Paraíba, com atuações no Radiojornalismo.

ADRIANO GALDINO É ALVO DE BOICOTE E SABOTAGEM

Publicado em 27 de setembro de 2025

Nas últimas quatro ou cinco semanas a mídia digital, “coincidentemente” acompanhando o jornalismo profissional dos tradicionais veículos de comunicação do Estado, esqueceu o nome do deputado estadual, presidente da ALPB, Adriano Galdino, como pré-candidato à sucessão do governador João Azevedo.

Em algumas “pesquisas” – feitas sob encomenda – seu nome não tem figurado na lista apresentada ao eleitor, como opção. Subliminarmente, para a maioria dos entrevistados que não acompanham o quotidiano político, a interpretação é de desistência de sua empreitada. Ao responderem o questionário indicam outro nome, que cresce em função da ausência de Adriano. Fica evidente a existência de um “boicote organizado” à sua pretensão. Dos pré-candidatos, Galdino é recordista em peregrinação, andando por toda a Paraíba, interagindo com o povo e pedindo direito de preferência do eleitor, para apoiá-lo na sua jornada de chegar ao Palácio da Redenção.

Se contrapondo com eficiência ao Orçamento Democrático, Adriano Galdino tem levado a Assembleia Legislativa a realizar sessões itinerantes, ouvindo a cidadania e seus reclamos, elaborando leis e não apenas disponibilizando quotas de investimentos aos municípios paraibanos. O Orçamento Democrático (Planejamento participativo) apenas indica os valores a serem investidos e deixa que participantes das reuniões decidam por obras e ações prioritárias. A ALPB traz a legislação para amparar e perpetuar soluções ou “gargalos” de problemas crônicos e recorrentes, só extirpados através de leis.

As sessões da ALPB itinerante, que lotam ambientes, são desertas da cobertura midiática, que propositalmente só “pinça” alguns dos pronunciamentos polêmicos do presidente Adriano Galdino. Frases soltas, brincadeiras, respostas mal elaboradas em entrevistas quebra-queixo, ocasiões que expõem sua personalidade sincericida. Galdino abomina a hipocrisia institucionalizada na vida pública, que ao longo dos anos tem esculpido no agente público feições mitomaníacas. Triste realidade de nossos dias. A maioria da população denigre a imagem da classe política, considerando-os mentirosos, trapaceiros, oportunistas, que só enxergam seus umbigos.

Uma campanha política é um empreendimento. A capacidade do vencedor está no desempenho de sua equipe. Não adianta recrutar os melhores combatentes se não lhes dispuserem munição suficiente para o avanço das tropas sobrepujar o inimigo, e vencer as inúmeras batalhas que compõem uma guerra. Para as tropas que estão no “front” e não tem comunicação direta com seus generais, erram e baixam o seu moral.

Indagamos de alguns blogueiros conhecidos, simpatizantes da causa “Adriano Galdino”, o porquê da pífia cobertura das ações do candidato. Ausência do “press release” (?). Um descaso monumental. Não estão produzindo, nem distribuindo notícias? Por outro lado, o mais grave é o retorno telefônico. O saudoso Rômulo Gouveia, andava com três ou quatro assessores, que atendiam o seu telefone, e prometiam retorno. Às vezes demorava, mas sempre que oportuno o deputado ligava, massageando o ego do vaidoso comunicador, demonstrando sua atenção, valorizando seu trabalho e opinião. Não custa nada Adriano Galdino fazer o mesmo.