
Júnior Gurgel
Jornalista político, memorialista e Ghost writer. Ex- diretor de Jornais e Emissoras de Rádio na Paraíba, com atuações no Radiojornalismo.
TRANSPARÊNCIA: TSE ESTÁ DETERMINANDO NOVAS REGRAS PARA DISPONIBILIZAR ACESSO DOS PARTIDOS AO CÓDIGO FONTE
Publicado em 15 de julho de 2026Uma ampla reforma está sendo elaborada e debatida no TSE, ouvindo em audiências públicas técnicos especializados em transmissões de dados, com vistas a tornar mais transparente o resultado das eleições gerais de outubro próximo. No bojo das discussões, destaca-se a unanimidade dos cientistas e engenheiros da computação sobre o resultado das urnas eletrônicas e sua vulnerabilidade à invasão instantânea de hackers.
Nas eleições presidenciais de 2014 – quando ocorreu o “apagão” no momento em que Aécio Neves estava à frente de Dilma Rousseff com 88% das urnas apuradas – segundo cálculos projetados ao vivo pelas redes de TV, realizados por diversos matemáticos e estatísticos, a tendência padrão era irreversível. Aécio Neves seria o novo presidente do Brasil. Liderado pelo ex-presidente FHC, um avião decolou de São Paulo para Belo Horizonte lotado com tucanos de mais alta plumagem, para comemorar a vitória.
Quando aterrissaram em BH o telão do TSE apresentava Dilma Rousseff à frente, com 99% das urnas apuradas, sem chances de vitória de Aécio Neves. De onde surgiram milagrosamente milhões de votos? Do Nordeste. Como? Se todos os votos entraram simultaneamente no sistema? A suposta fraude nunca foi explicada ou apurada. O TSE não apresentou justificativas técnicas sobre o “apagão” do telão, conectado diretamente com o código fonte, que recebia a totalização dos votos sem passar pelos TREs dos Estados. Por que o TSE paralisou as transmissões dos dados? A contagem cumulativa não foi interrompida no “código fonte”. Quem presidia o TSE? Dias Toffoli.
O PSDB reagiu. Protocolou ação na Justiça Eleitoral, pedindo recontagem dos votos. Dias Toffoli negou, alegando que o TSE não dispunha de tecnologia para auditar votos oriundos de urnas eletrônicas (?). Técnicos ouvidos recentemente pelo TSE contestaram. O rastreio permite identificar todas as urnas, com números de votantes e a apuração real do seu resultado. Existe um programa, usado pelas redes bancárias, que segue o dinheiro a partir do seu depósito. Não foi à toa que o ex-presidente do STF, Luís Roberto Barroso, falou com clareza: eleição no Brasil não se ganha, se toma. Tomaram de Aécio Neves a Presidência da República.
Dilma Rousseff, a presidente eleita pelas urnas eletrônicas, foi afastada através de um processo de impeachment. A onda Bolsonaro, “bandido bom é bandido morto”, ganhou força com a Lava-Jato, que prendeu os criminosos do colarinho branco, trazendo esperanças para o povo, que ricos também “puxariam” cadeia.
Antes, apenas pobres. Em 2018, Lula estava preso por corrupção e formação de quadrilha. Mas, tinha em sua retaguarda as Cortes de Justiça. O tempo e esquecimento resolveriam tudo. Todavia, para não acabar, o PT teria que chegar ao segundo turno, evitando sua extinção. Zé Dirceu entra em campo. Todos os ministros indicados para o STF, STJ eram antes sabatinado por ele. A campanha estava perdida. Mas, Fernando Haddad tinha que chegar ao segundo turno.
As urnas eletrônicas desenvolvidas no ano 2000 nos Estados Unidos pela empresa Smartmatic, só concedeu licença para produção do seu produto à Venezuela comandada pelo ditador Hugo Chávez. Todas as urnas eletrônicas compradas pelo Brasil a partir de 2006 foram da Venezuela. Com as urnas, vinha uma equipe técnica que terceirizava seus serviços a uma empresa ligada a Zé Dirceu. Notas de rodapé denunciaram. Mas, a grande mídia, como sócia nos resultados, silenciou. Seu papel era por no freezer e perseguir a direita, enaltecendo os valores das esquerdas e suas minorias.
Quando a população ousava se rebelar, o TSE estava acobertado. O resultado já havia sido previsto pelo IBOPE e amplamente divulgado pela mídia. Um jogo de cartas marcadas. O ministro Nunes Marques pôs na sua alça de mira os Institutos de Pesquisas. Contrataram uma equipe de estatísticos, matemáticos e sociólogos, para investigar os resultados das amostragens. Multas e possíveis ações penais enquadrando-os na legislação como “crime eleitoral” tem provocado revolta no restrito círculo de manipuladores, que esperam do STF apoio às suas fraudes. Mas, o próprio STF já decidiu que a última instância da Justiça Eleitoral é o TSE. Teremos eleições limpas?

