
Marcos Marinho
Jornalista, radialista, fundador do ‘Jornal da Paraíba’, ‘Gazeta do Sertão’ e ‘A Palavra’, exerceu a profissão em São Paulo e Brasília; Na Câmara Federal Chefiou o Gabinete de Raymundo Asfóra e em Campina Grande já exerceu o mandato de Vereador.
Cassiano e a “evolução da espécie“
Publicado em 28 de maio de 2026O minerador Cassiano Pereira, que atualmente preside a Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (FIEPB) e a Associação Nordeste Forte, entidade integrada por milionários industriais de quatro Estados nordestinos, desfilou terça feira (26), no tapete azul do Senado Federal, seu novo look capilar que, segundo entendidos no assunto, principalmente colunistas sociais e o seleto grupo de jornalistas paraibanos que a seu convite e às suas expensas o acompanhou no périplo pela Capital da República, com direito a esticadinha até as belas e geladas praias da terra de Beto Carreiro (Santa Catarina), disseram ter ficado “um SU”, como qualificaria, vivo estivesse, o saudoso Josildo Albuquerque.
De fato, o momento merecia uma mudança de ‘postura’ do presidente da FIEPB. Afinal, por iniciativa do senador conterrâneo Efraim Moraes, o Senado estaria lhe outorgando uma das maiores comendas do seu portfólio institucional, o Diploma José Ermírio de Moraes, mais alta honraria concedida pelo Poder Legislativo a representantes do setor produtivo nacional.
Presidida por outro senador paraibano, Veneziano Vital do Rêgo, a sessão solene que homenageou Cassiano foi prestigiada pelo presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Albano, o diretor de Relações Institucionais da CNI, Roberto Muniz, o presidente do Conselho Nacional do SESI, Fausto Augusto Júnior, o deputado federal Damião Feliciano, o ex-senador paraibano Raimundo Lira, o presidente da Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra), Jamal Jorge, e o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), Paulo Skaf, além da comitiva de paraibanos de Campina Grande e João Pessoa.

Mas, a importante comenda acabou não sendo o mais interessante momento da solenidade, sendo ofuscada pela especialíssima cabeleira de Cassiano, cujo porte acabou sendo confundido com o do falecido comunicador Silvio Santos, cujas madeixas eram cuidadas pelo famosíssimo cabeleireiro paulista Jassa, embora no recinto tenha tido quem sussurrasse que o paraibano recorrera mesmo aos serviços do paulistano.
A verdade é que tinha-se até terça um outro Cassiano Pereira, menos vaidoso e mais simples que o de agora, com sua frondosa e muito bem penteada “peruca“ à la Silvio Santos.
Com ajuda da Inteligência Artificial, que nesse caso tão exclusivo teve mínimo trabalho, dá para o leitor apreciar e comparar o ontem e o hoje do nosso ilustre mandatário dos negócios industriais da Paraíba.
Aprovado ou rejeitado? Está mais para Silvio ou lembra ele mesmo?
Cartas para a Redação!
