URGENTE: MINISTRO ANDRÉ MENDONÇA É O NOVO RELATOR DO CASO BANCO MASTER: EM SUAS MÃOS DESTINO DE LULA E DO PT
Publicado em 13 de fevereiro de 2026Uma Inesperada mudança repentina e radical do STF, na noite de ontem (12/02/2026) após uma sessão plenária (fechada) com tempo de duração de quatro horas – das 16:00 às 20:00hs –, nove dos atuais dez ministros opinaram pelo afastamento de Dias Toffoli da relatoria do caso Banco Master. Houve resistência do “apartado” e exigências absurdas, como uma nota assinada por todos os membros do colegiado, louvando sua conduta no processo como correta e destacando que a sua substituição foi decisão dele próprio. O STF estava nas cordas, seu nocaute seria uma questão de tempo. O sino tocou, o primeiro round foi encerrado. Mas, a luta continuará.
Nos últimos três dias os ostentosos “gatunos” da poderosa “realeza” de Brasília não conseguiram dormir. O presidente Lula chamou o PGR Paulo Gonet, e deu-lhe a espinhosa missão de mandar Toffoli ir embora. “Tire-o do caso a qualquer custo”. Gonet já havia negado dois pedidos de impedimento do ministro. Mas, ainda restava um na gaveta. O problema é como enfrentá-lo. Afinal, sua nomeação para o cargo – patrocinada pelo seu ex-sócio Gilmar Mendes – passou pelo crivo dos ministros do STF, alinhados com o Palácio do Planalto. Dentre os quais, Dias Toffoli, que foi advogado do PT, ocupou a AGU e foi nomeado por Lula. Entretanto, deve sua ascensão na magistratura a “eminência parda” Zé Dirceu, seu padrinho político. Lula nunca o perdoou por ter negado um pedido de Zanin – na época seu advogado – para presenciar o sepultamento do seu neto, quando estava preso em Curitiba. Toffoli vingou Zé Dirceu, desprezado por Lula, quando esteve preso no Mensalão.
O adágio popular “nada está tão ruim que não possa piorar” casualmente aconteceu. Para mostrar transparência à sociedade, os ministros seguiram a sugestão do presidente da Corte. Transferir simplesmente o processo para outro ministro, o ruído se transformaria em barulho ensurdecedor. Optaram pelo sorteio. A “roleta” parou em André Mendonça. O Palácio do Planalto entrou em convulsão. André Mendonça é o relator do roubo do INSS, agora dirigirá as investigações do Banco Master e em agosto assumirá a presidência do TSE. Comandará as eleições de outubro. Na visão do analista de riscos Políticos Cleomar de Souza, CEO da Consultoria Dharma, o destino do PT e Lula está nas mãos de André Mendonça. Expressando em profundidade seu ponto de vista, acrescentou que “crise política é semelhante a CPI, se sabe como começa, não como termina”. E o silêncio sepulcral do decano da Corte Gilmar Mendes? Todos estão pulando do barco, antes que ele se arrebente no rochedo.
O presidente do Senado, David Alcolumbre, mesmo pressionado, tem resistido. Não marcou a primeira reunião bicameral do Congresso Nacional, evitando a instalação imediata da CPMI do Banco Master. Lula não tem mais o que “negociar” com o Congresso. Gastou todo o seu capital político evitando a convocação de seu irmão Frei Chico e Lulinha na CPMI do INSS. Mas, vem o “cruzamento” dos desvios do INSS com o Banco Master. O que dirá Daniel Vorcaro nas CPMI’s? A do INSS e do Banco Master, prestes a ser instalada? Já demonstrou que se cair puxará outros com ele. Quem garante que agora André Mendonça capitaneando as investigações, Vorcaro resolva fazer uma delação premiada para salvar sua pele? Seria mais grave que a dos oitenta diretores da Odebrecht na Operação Lava-Jato.
Fonte: Da Redação (Por Júnior Gurgel)
