EXCLUSIVO – A história se repete: Maduro foi traído como Júlio César
Publicado em 5 de janeiro de 2026Em apenas onze meses de governo o presidente Donald Trump mostrou ao mundo seu insuperável poderio militar e o quanto os Estados Unidos estão “secularmente” à frente dos seus principais concorrentes comerciais do planeta, como por exemplo a China. Possuidores de uma máquina de guerra perfeita, os americanos em duas missões deixaram os mais céticos perturbados, perplexos ou reflexivos. Devastaram toda a capacidade de defesa área do “barulhento” Irã em questão de horas, inclusive destruindo suas instalações nucleares, no subsolo de uma montanha. Oferecendo suporte de alta tecnologia a Israel, através de seus satélites espiões, o Mossad eliminou todos os comandantes militares do Irã, Hezbollah, Hamas.
Em 2024, o tirano Nicolás Maduro para permanecer no poder na Venezuela fraudou uma eleição e foi condenado pelos observadores internacionais, exceto o PT e o governo do Brasil, alinhados ao Irã, Coreia do Norte e o Hamas. Lula ofereceu a chance ao ditador de apresentar provas que legitimassem sua vitória, fato que nunca ocorreu. Guiado por Celso Amorim, não enxergou que Trump veio para exterminar o “progressismo”, versão do novo comunismo do século XXI. Principalmente na sua área de influência, América do Sul. Nicolás Maduro o desafiou e resistiu aos embargos econômicos. Uma frota de guerra norte-americana ocupou o Mar do Caribe, impedindo a navegação – exportação de petróleo para China – e compras a Turquia, Irã e Rússia.
Trump deu ultimato a Maduro, oferecendo garantias para sua fuga e exílio no Brasil ou Turquia. Não aceitando, foi preso ao lado da sua esposa em seu Bunker, levado para ser julgado nos Estados Unidos pelo crime de narcoterrorismo. Uma operação militar precisa. Em quatro horas, toda a defesa aérea da Venezuela foi destruída. Caracas teve um apagão repentino e os helicópteros sobrevoaram sem o menor temor a cidade. O espião Snowden, em entrevista (documentário) ao jornalista Glenn Greenwald, havia alertado que os Estados Unidos tinha capacidade de provocar apagões nos países da América do Sul, África, alguns da Europa. Só escapavam China e Japão.
Após a bem sucedida operação, há dois dias (03/01/2026), Donald Trump fez um pronunciamento ao lado do Secretário da Guerra, o Diretor do Pentágono e o Secretário de Estado Marco Rubio. Anunciou que a vice-presidente Delcy Rodriguez – mesmo não tendo sido eleita – assumiria o comando da Venezuela, seguindo as ordens de Marco Rubio. Seu irmão, Jorge Rodriguez, é presidente do Parlamento. Descartou entregar o poder a Maria Corina Machado ou Edmundo González, que teve sua eleição roubada. A vice-presidente fez um forte pronunciamento e afirmou que o único presidente da Venezuela era Nicolás Maduro. Em seguida foi à Colômbia, ontem (04/01/2025), e ao lado do presidente Gustavo Petro participou de uma cúpula da CELAC, inclusive com um representante brasileiro. A reunião foi realizada a portas fechadas, sem nenhuma informação fornecida à mídia sobre o tema e seus participantes. Trump ao tomar conhecimento alertou sobre a possibilidade de um novo ataque.
De todos os pronunciamentos, o que mais nos chamou atenção foi o do comandante da operação. “Tínhamos um espião infiltrado, ao lado de Maduro, que nos informava permanentemente onde ele estava, seus deslocamentos e até a hora que ia dormir. Quem poderia ser? Um dos seus dois mil generais? Seus seguranças pessoais? Nos últimos dias, ninguém em solo venezuelano sabia onde ele se encontrava.
QUEM TRAI SÃO OS AMIGOS
A CNN Brasil exibiu ontem uma edição especial com duas horas de duração – programa WW William Waack – com diversos convidados, inclusive Jana Nelson, brasileira e ex-Subsecretária de Defesa dos Estados Unidos no governo Joe Biden. Não escondendo sua linha ideológica “progressista”, condenou a intervenção na Venezuela e elogiou o governo Lula, por não se curvar aos caprichos de Trump. Nos últimos cinco minutos, o âncora Waack pediu permissão para ler uma nota que acabara de receber. “Em pronunciamento à nação, a vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, convidou o governo dos Estados Unidos para trabalhar conjuntamente em uma agenda de cooperação. As relações entre os dois países estavam normalizadas” (?). A notícia foi pior que as bombas em Caracas. Todos ficaram desconcertados, exceto Alberto Pfeiffer (USP), que vinha se posicionando contra os argumentos de todos. Waack concedeu um minuto aos convidados, para encerrar o programa às 00:01hs de hoje 05/01/2026, Jana Nelson furiosa acusou o irmão da vice-presidente, Jorge Rodriguez, de “não ter palavra”. Alberto Pfeiffer foi pragmático: “É claro que já vinham conversando há algum tempo. Não se muda de posição em poucas horas. Só esqueceram um detalhe. As palavras do Comandante Militar sobre o espião. Agora todos sabem. A vice Delcy Rodriguez, com apoio de seu irmão Jorge Rodriguez, repetiu a cena de Brutos, apunhalando Júlio César.
Fonte: Da Redação (Por Júnior Gurgel)
