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O JULGAMENTO DE BOLSONARO FOI MISSÃO CUMPRIDA?

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O artigo de Palmari de Lucena, publicado no Blog de Helder Moura sob o título “O tiro que matou Charlie Kirk e a política sob a mira”, é uma afronta à verdade e um retrato da desonestidade intelectual que caracteriza a esquerda. Não passa de um panfleto travestido de reflexão, escrito para relativizar um crime brutal e esconder o ódio que move uma ideologia assassina.

1. A inversão da verdade

Charlie Kirk foi morto por intolerância política. Mas o artigo, em sua narrativa cínica, prefere culpar as armas, como se o gatilho tivesse agido sozinho. Esse é o truque velho da esquerda: desviar o foco. O assassino desaparece, a motivação ideológica é apagada, e a culpa recai sobre a liberdade do cidadão comum.

2. A culpabilização da vítima

Ao insinuar que Kirk era “crítico de minorias” e “defensor de teses excludentes”, O artigo prepara o terreno para justificar o assassinato. É a lógica dos regimes totalitários: primeiro desumanizam quem pensa diferente, depois legitimam sua eliminação. Foi assim com Stalin, Mao, Fidel, Chávez, Maduro — e agora se repete nas entrelinhas de articulistas que não têm coragem de dizer a verdade.

3. O silêncio sobre a violência da esquerda

O autor nada diz sobre o histórico sangrento da ideologia que defende. Esconde que a esquerda, incapaz de vencer pelo debate, recorreu sempre ao medo, à censura e ao terror:

Assassinatos de opositores nos regimes comunistas;

Invasões e expropriações para manter o povo dependente;

Campanhas identitárias vazias, que não servem ao trabalhador, mas enriquecem elites culturais, sindicais e acadêmicas;

ONGs e movimentos financiados com dinheiro público, que drenam recursos dos pobres para sustentar os “iluminados” do sistema.

4. O que o autor não quer admitir

Charlie Kirk não tombou porque defendia a liberdade de o cidadão portar armas. Ele tombou porque ousou enfrentar a narrativa da esquerda, porque não se curvou ao pensamento único, porque desafiou o projeto de poder de quem vive de manipulação. O assassino puxou o gatilho, mas foi a retórica de demonização da direita que carregou a bala.

5. O destino dos dissimuladores

Artigos como estes não entram para a história como jornalismo ou análise. Entram como cúmplices. São textos que relativizam o crime, que normalizam o terror político, que escondem os horrores da esquerda atrás de frases feitas. Por isso, merecem apenas o lugar reservado aos que tentaram maquiar a verdade: a lata de lixo da história.

Em resumo:

O assassinato de Charlie Kirk não é culpa da Segunda Emenda, mas do ódio da esquerda.

Palmari de Lucena tentou transformar a vítima em culpado.

Quem dissimula crimes em nome da ideologia não defende democracia, mas legitima tirania.

Não aceitaremos a inversão da realidade. Não aceitaremos que se pinte de “alerta democrático” o que é, na verdade, cumplicidade com o terror.Manifesto contra a dissimulação covarde de Palmari de Lucena

Escrito por Emir Candeia Gurjão, as 08:35 horas do dia 14 de Setembro de 2025

Redação A Palavra

Equipe de jornalismo do A Palavra Online.

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