Pedro Cézar da 6-SIGMA aponta derrota de Lula e extinção do PT
Publicado em 8 de setembro de 2025O professor Pedro Cézar Coelho, CEO do Instituo 6-Sigma, entrevistado no último 02/09/2025 no PODMARINHO, por Marcos Marinho e Júnior Gurgel, fez revelações (previsões) científicas surpreendentes, no campo da política local, estadual e nacional. Comentou sobre os avanços da tecnologia na comunicação, o futuro do rádio, TV e plataformas digitais. Destacou os repetidos erros cometidos pelas pesquisas eleitorais, que acarretam em perda de credibilidade das empresas do ramo, em função das disparidades aferidas, com distorções abissais de seus números, quando comparados entre si.
No dia 07 de setembro (ontem), nos deparamos diante de uma realidade insofismável, antevista pelo professor Pedro Cézar, que vaticinou no podcast o ocaso da carreira política do presidente Lula, prognosticando que o maior líder das esquerdas brasileiras não venceria mais uma campanha presidencial. Prenunciou também o fim do PT, ora em curva descendente, segundo o entrevistado, a caminho da extinção. Porém, deixou claro que o desaparecimento da legenda não representaria a imolação dos ideais românticos socialistas igualitários, concebidos no marxismo. Nova versão, século XXI, poderá surgir num novo formato – diferente do atual modelo brasileiro – protagonizado por décadas pelo PT, PCdoB, PSB, PSOL e PCO. A embalagem utópica vendida desde 1989 – levando a sigla a participar de nove campanhas presidenciais, perdendo quatro e vencendo cinco – não seduz mais o consumidor (eleitor) a comprar o produto (candidato).
O nome de Pedro Cézar ganhou destaque nacional em dezembro de 2017, após gravar um vídeo – viralizado na internet – anunciando o nome do futuro presidente, que seria eleito em 2018: o deputado federal Jair Messias Bolsonaro. Sob a ótica da mídia tradicional – principalmente através dos seus militantes infiltrados nas grandes redações – a previsão bizarra não passava de uma premonição, estilo mãe Diná. Lula era candidato, estava em plena campanha e ainda não tinha sido preso, fato ocorrido quatro meses depois (07/04/2018). As esquerdas acusavam o impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff como “golpe”.
O PT, no poder desde 2003, tinha “aparelhado” o Estado Brasileiro, a partir do Poder Judiciário. Lula e Dilma haviam nomeado a maioria dos ministros do STF, STJ; TST; STM; Desembargadores dos TRFs. Comandavam as Universidades, a burocracia dos Ministérios da Educação, Saúde; nomearam todos os Reitores das 132 Universidades Federais, comandavam a UNE e a OAB. Uma máquina colossal, que atropelaria qualquer candidato e esmagaria legendas, como o fez com os extintos PFL, PDS (DEM). Os demais, se tornaram “nanicos” – PTB, PL, PP, PSB – e só escaparam PSDB e PMDB porque Michel Temer era o vice de Dilma Rousseff. Jair Bolsonaro? Não tinha legenda que se aventurasse a lançá-lo. Seria um voo de galinha.
Indagamos do professor Pedro Cézar – considerado hoje um grande consultor de Marketing – o que ele faria se estivesse no cargo de Sidônio Palmeira, marqueteiro de Lula. “O inverso de tudo que ele está fazendo”. A resposta foi precisa e constatada, domingo 07 de setembro. Sidônio criou uma campanha voltada para a “Soberania Nacional”, como se o Brasil fosse uma Colônia, merecedora de um novo “grito do Ipiranga”. Um fracasso retumbante, que enganou até o “Bruxo” Zé Dirceu. Coitado! Participou da manifestação contra a anistia na Praça da República em São Paulo, acompanhado de Guilherme Boulos, quatro ministros do governo Lula, e juntaram apenas um “punhado” de pessoas (cerca de 300), todos saudosistas, pertencentes à velha guarda do peleguismo.
Uma explosão verde amarelo levou multidões a todas as Capitais do país. Em Copacabana, uma das maiores dos últimos tempos. São Paulo, Av. Paulista, o número de manifestantes se igualou ao “Fora Dilma”, Reforma da Previdência, sete de setembro de 2022. Lula em Brasília botou os militares para desfilar num “corredor” fechado, triplicou a segurança e sobrou espaço para o público. A cerimônia foi descaracterizada pelo “marqueteiro”. As comemorações não tinham o perfil de um evento histórico, homenageando nossa independência. O evento foi transformado num ato de apoio ou adesão à “Soberania Nacional” (?).
Abordado por Marcos Marinho sobre a sucessão estadual, o Prof. Pedro Cézar (sincericida) não enxerga a postulação de Lucas Ribeiro competitiva. A disputa entre Cícero Lucena e Adriano Galdino são roteiros distintos. Galdino é bom no “atacado”, Cícero Lucena prospecta espaços no varejo. Destacou que existe um personagem, fora dos quadros partidários, que se decidir ser candidato, vencerá as eleições. Não citou o nome do santo, mas enfatizou sua capacidade de operar “milagres”.
Quanto a Bruno Cunha Lima, perdeu o “time”. Se tivesse feito o “dever de casa”, poderia hoje ser um forte candidato ao Governo ou ao Senado. E Romero Rodrigues, segundo suas sondagens e estudos, esteve eleito governador até abril de 2022. Não teve coragem, perdeu a oportunidade. Não acredita em sua eleição em 2026 para o governo, muito menos para o Senado.
Fonte: Da Redação (Por Júnior Gurgel)
