
Emir Gurjão
Pós graduado em Engenharia Nuclear; ex-professor da Universidade Federal de Campina Grande; Secretário de Ciências, Tecnologia e inovação de Campina Grande; ex-secretário adjunto da Representação do Governo da Paraíba, em Campina Grande; ex-conselheiro de Educação do Estado da Paraíba.
Lula ataca os Estados Unidos e depois se surpreende com a resposta de Trump?
Publicado em 14 de julho de 2025O presidente Lula e seus aliados têm adotado uma política externa marcada por confrontos ideológicos, ataques a democracias ocidentais e aproximações com regimes autoritários. No centro disso tudo está uma postura cada vez mais agressiva contra os Estados Unidos — especialmente contra Donald Trump — e um alinhamento explícito com os inimigos históricos da liberdade ocidental.
Como é possível que um presidente que despreza sistematicamente os EUA, que diz não ter nada a conversar com Trump, que prega abertamente o fim do dólar como moeda global, e que estende tapete vermelho para ditadores inimigos dos estados unidos, ainda espere ser bem tratado pela maior economia do mundo?
A realidade dos fatos
Lula em vez de buscar relações diplomáticas equilibradas com o Ocidente, decidiu retomar sua velha política de “amigo dos inimigos dos EUA”. Seu governo:
Recebeu navios militares iranianos em portos brasileiros.
Apoiou a Rússia mesmo após a invasão da Ucrânia, culpando o Ocidente.
Comparou a ação de Israel ao Holocausto — um absurdo que ofendeu o povo judeu e os aliados dos EUA.
Defendeu ditadores como Maduro (Venezuela), Díaz-Canel (Cuba) e Ortega (Nicarágua).
Propagou a ideia de uma nova moeda dos BRICS para substituir o dólar, numa tentativa clara de desestabilizar a influência americana no comércio mundial.
Voltou a exigir vistos para cidadãos americanos e tratou empresas dos EUA com hostilidade.
Até sua esposa, Janja, tem adotado um tom agressivo com empresários e influenciadores americanos nas redes sociais. Em sua gestão, empresas dos EUA têm sido multadas e desrespeitadas, e até um diplomata americano foi preso no Brasil com anuência do STF.
STF, é tido por ampla margem da sociedade nacional e até internacional como sendo usado para aparelhamento e perseguição política
è voz Corrente que Lula conseguiu o que poucos presidentes na história alcançaram: transformar o Supremo Tribunal Federal em uma extensão do Palácio do Planalto. Nomeou seu próprio advogado (Cristiano Zanin) e o ex-ministro da Justiça (Flávio Dino) como ministros da Corte. Outros nomes como Fachin, Barroso, Rosa Weber e Carmen Lúcia também foram indicados por ele ou por Dilma.
O STF, é tido por muitos como um árbitro que virou jogador do time do governo. Persegue adversários políticos, censura redes sociais, e promove uma verdadeira caça às bruxas contra conservadores — como ficou claro nos casos envolvendo o ex-presidente Bolsonaro e seus aliados.
Diante de tudo isso, Donald Trump — coerente com sua política de “America First” — respondeu com firmeza. Propôs tarifas sobre produtos brasileiros? Sim. Mas não por capricho. Foi uma reação natural a um governo que:
Hostiliza os EUA em discursos e atitudes.
Alinha-se com os maiores rivais estratégicos dos americanos.
Desrespeita as normas diplomáticas e ataca os aliados de Washington.
Trump é direto: quem é amigo dos EUA, é tratado como aliado. Quem escolhe o lado dos inimigos, deve arcar com as consequências. E nesse caso, é o Brasil — não Lula — quem sofre as consequências econômicas.
Quem paga a conta?
O problema é que os brasileiros não elegeram um inimigo dos EUA. Elegeram um presidente para resolver problemas internos, criar empregos, e melhorar a vida da população. Mas, em vez disso, Lula prefere brincar de líder global ideológico, enquanto os efeitos de sua política externa atingem o agronegócio, as exportações, e até as viagens internacionais de brasileiros.
Quando Trump reage, Lula usa o Brasil como vítima de suas decisoes não fosse ele o causador da reação. Como se os EUA fossem obrigados a tolerar ofensas, desprezo diplomático e aproximações com seus inimigos históricos.
Conclusão
Lula não pode tratar os Estados Unidos como inimigos e depois exigir respeito. A política externa baseada em ideologia ultrapassada, revanchismo e populismo diplomático é um tiro no pé. E quando esse tiro atinge a economia brasileira, não é Lula que sangra — é o povo trabalhador que paga o preço.
Donald Trump está certo respondendo as hostilidade de um governo que virou inimigo dos Estados Unidos. Por último a China que é muito mais forte do que o Brasil esta negociando enquanto Lula quer Retaliar, o caminho e a negociação.
