Roberto Jefferson ao romper com Bolsonaro usa o PAROXÍSTICO com o qual Veneziano com menos coragem traiu Dilma Rouseff em 2016

03/11/2021

Crente de que o seu vocabulário, imitador do pai, sempre é capaz de provocar orgasmos, o senador Veneziano Vital do Rego (MDB) causou furor em abril de 2016 quando ao trair Dilma Rouseff votando pelo seu impeachment denominou o minuto de fama de “voto paroxístico”.

A grande maioria dos paraibanos que assistiam à sessão realmente teve espasmos, sem entender o significado do adjetivo utilizado pelo então deputado federal. E até a apresentadora da Rede Globo de Televisão, Ana Maria Braga, viu-se obrigada a consultar o dicionário para entender o que o filho do saudoso Vital do do Rego quis dizer.

Agora, passados quase seis anos, o termo é ressuscitado por outro ás da conversa difícil, o ex-deputado federal Roberto Jefferson, que certamente antes de Veneziano já se acercava de PAROXÍSTICOS quando primava em rebuscar suas falas e textos no Parlamento ou fora dele.  

Paroxístico é um adjetivo relativo a paroxismo, tipo de convulsão ou espasmo agudo. Refere-se ao momento mais intenso de uma dor ou de um ataque e é próprio da intensificação repentina dos sintomas de uma doença. Figuradamente, seria o ponto mais elevado ou intenso de alguma coisa. O auge!  

Na fala de ontem ao encaixar PAROXÍSTICO na carta de rompimento com o Presidente Jair Bolsonaro, Jefferson não somente dá maior amplitude ao adjetivo, como o coloca no contexto que Veneziano quis botar - de êxtase ejaculatório -, mas que na hora do supremo gozo de trair a quem tanto beneficiou sua família caducou-lhe a coragem.

Veja o trecho da carta de Roberto Jefferson onde o PAROXÍSTICO é incluído:

- “O presidente tentou uma convivência impossível entre o bem e o mal. Acreditou nas facilidades do dinheiro público. Esse vício é pior que o vício em êxtase. Quem faz sexo com êxtase tem o maior orgasmo ou ejaculação que o corpo humano de Deus pode proporcionar. Gozou com êxtase, para sempre dependente dele. Desfrutou do prazer decorrente do dinheiro público, ganho com facilidade, nunca mais se abdica desse gozo paroxístico que ele proporciona. Bolsonaro cercou-se com viciados em êxtase com dinheiro público; Farias, Valdemar, Ciro Nogueira, não voltará aos trilhos da austeridade de comportamento. Quem anda com lobo, lobo vira, lobo é. Vide Flávio”.

Fonte: Da Redação




Comentários realizados

  • Essa matéria ainda não tem comentários realizados e você pode ser o primeiro a comentar.

Deixe seu Comentário

Seu endereço de e-mail é de preenchimento obrigatório, mas não se preocupe que não publicaremos. Seu comentário será moderado pelo administrador do site e só será divulgado após isso.*


Outras Notícias