Associação de Imprensa no Conde formata “arapuca” que chama de debate para ver se impede contínua ascensão do candidato do CIDADANIA

29/10/2020
A baiana Fátima Cardoso ditou regras e é quem manda e desmanda na AIC
A baiana Fátima Cardoso ditou regras e é quem manda e desmanda na AIC

O “debate” programado pela presidente da Associação de Imprensa do Conde (AIC), dona Fátima Cardoso, a ser realizado nesta sexta feira a partir das quatro horas da tarde no plenário da Câmara Municipal, espaço nobre gentilmente cedido pelo presidente Carlos Manga Rosa, já nasceu viciado e, por isso mesmo, carente de total credibilidade.  

A ideia em sí é louvável, mas os procedimentos para executá-la são todos eivados de erros. Há uma primariedade tão apodrecida que é de dar nojo, contaminando assim de coisa ruim todo o jornalismo condense, o principal prejudicado com a arapuca.   

Desde a escolha do local, as regras e tudo o mais quem ditou foi a presidente, sem oitiva de diretores e nem tampouco de associados, que poderiam dar os seus “pitacos” para democraticamente enriquecerem a pauta.  

Como em um “jogo de comadres”, tudo o mais foi amoldado às conveniências das candidatas Karla Pimentel e Márcia Lucena, atrizes desse circo mambembe e chinfrim para o qual a presidente do “debate” não por acaso escolheu para palhaço o candidato Olavo Macarrão.

A parte lúcida da associação, que é mínima, incluindo nessa fatia o patrono-fundador da entidade, Ricardo Jorge Pereira (Caco), foi aguerrida a implorar por informações, todas sonegadas.

Eu mesmo indaguei da honrada presidente: a associação é de sua exclusiva propriedade?, tem diretoria formal?, quais as regras do debate?, quem o mediará?... E lamento informar que estou “desinformado” até aqui.

Definir quatro horas da tarde para início de um debate, em uma sexta feira onde todos os candidatos esticam suas agendas, já é algo para se questionar. Mas... É compreensível o bom coração da presidente nesse particular, pois atende à conveniencia judicial que continua prendendo dentro de casa a prefeita candidata à reeleição.

Ora, Márcia Lucena terá que sair do local do debate pelo menos 10 minutos antes da hora do angelus para não ter o constrangimento de ver disparar na sua perna o alarme ferino da tornozeleira que o desembargador Ricardo Vital mandou amarrar no seu mocotó como lembrança ininterrupta dos crimes por ela supostamente cometidos e investigados no âmbito da Operação Calvário, que já a levou às grades de presídio feminino na Capital, razão porque o horário do debate foi definido por Dona Fátima para quatro da tarde.

O xis da questão, ou o foco do debate, e isso ficou muito evidente desde quando a idéia de realizá-lo aflorou nas hostes de áulicos de Karla Pimentel, é massacrar o candidato Macarrão, hoje disparadamente pontuando no topo de todas as pesquisas eleitorais. Daí porque regras, mediação e demais elementos do “debate” atenderam as conveniências da nora de Aluízio Régis, sem nenhum tipo de problema.

Ainda hoje, portais do Conde a serviço de Karla e ligados à dona do evento já começaram a trucidar Olavo Macarrão e dar pauta às “comadres” porque ele sinalizou que lá não botará os pés, no que está certissimo porque acontecendo o contrário ele apenas iria avalizar um blefe, uma fraude vergonhosa, uma arapuca em seu desserviço, um atropelo à legalidade...

O debate de Olavo - e isso ele já tem repetido à exaustão - é com o povo e não com quem abraça a corrupção. Muito menos com quem já esteve (caso de Karla e seus sogros), ou com quem está no Poder (caso de Márcia) e nada fez a não ser abarrotar os seus cofres pessoais em detrimento da população carente e desassistida.

Fonte: Da Redação (Marcos Marinho)




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