Márcia Lucena dificulta e atrasa em 15 dias formalização de comissão de transição no Conde mas Karla tenta de forma amigável consolidar a ação

 

  • Comandante da campanha de Nilvan, senador Zé Maranhão é internado com COVID-19 mas médicos dizem que ele passa bem

  • Cícero é eleito em João Pessoa e vai governar a Capital pela terceira vez; governador comemora o resultado

  • Pesquisa Datavox para 2º turno em João Pessoa: Cícero tem 46,5% e Nilvan 35,4%

Colunistas

  • Marcos Marinho
    SIGILO DE FONTE - QUEBRA
  • Amaro Pinto
    O ERMITÃO DA LADEIRA.
  • Júnior Gurgel
    MEXERAM COM O LEÃO FERIDO
  • Vanderley de Brito
    A primeira descoberta do dia
  • Valberto José
    PROSA DE FREGUESIA (VIII) - O ECC do balcão

Enquete

Galeria de Fotos

  • A história da primeira santa brasileira (Irmã Dulce), em fotos

  • Filiação de Romero Rodrigues no PSD

  • Troféu Gonzagão 2018

Entrevistas

Rachel Sheherazade: "Passei de musa da direita à traidora esquerdopata"

A paraibana Raquel Sheherazade é mulher arretada. Ficou no comando da bancada do jornal do SBT por quase 10 anos. A crise política e econômica do governo da presidente Dilma Rousseff deu grande notoriedade à âncora. Ela era uma voz contundente que apresentava sem meias palavras a sua interpretação. A repercussão do seu trabalho na TV rendeu o prêmio Troféu Imprensa, em 2015. No entanto, dentro da emissora travou uma queda de braços com Silvio Santos. Mesmo sendo publicamente constrangida por incluir opiniões pessoais durante a apresentação do telejornal, a jornalista não se curvou a determinação do patrão e viu o empresário Luciano Hang, proprietário da rede de lojas Havan, pedir sua demissão. Sobre a relação com SBT, Rachel diz que por questão ética e contratual não fala, mas também não nega que houve interferência do governo federal para que ela não renovasse seu contrato. Conta nas entrelinhas como foi sua saída do SBT e fala o que pensa sobre a política brasileira. Nega ser bolsonarista, classificando-se como “liberal conservadora”. Ela entende que há um pensamento binário na política que elimina a diversidade de opiniões. Aponta o “gabinete do ódio” como a origem dos ataques mais perversos que recebeu recentemente.

Leia a seguir a entrevista que ela concedeu com exclusividade à revista ISTOÉ:...

>>>> Continue lendo